A Argentina está quebrada! MotoGP poderá deixar a América do Sul.

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Não é muito fácil falar da Argentina e sua situação, o contrato entre o promotor do Autódromo Termas do Rio Hondo e a Dorna foi concluído com os políticos da província de Santiago Del Estero, que querem continuar tornando conhecida a área remota do país(1150km distante de Buenos Aires).

A Argentina é moderadamente afetada pela pandemia do Covid-19, com 445 mortes confirmadas até o momento, mas o país está enfrentando a falência do seu Estado com uma dívida de bilhões, taxas de inflação altíssimas, aumento do desemprego, pobreza generalizada.

 O prazo para pagamento da dívida aos credores privados expira em alguns dias. Das tantas dívidas que o pais possui, uma que vem dando muita dor de cabeça está no valor de 65 bilhões de dólares, o governo da segunda maior economia da América do Sul deve decidir se paga os juros devidos dessa dívida, que gira em torno de 500 milhões de dólares, ou declarar inadimplência.

Se nenhum acordo for encontrado, a Argentina estará dando o seu nono calote na história do país. Os hermanos já haviam falido em 2001 pelo mesmo motivo, não honraram suas dívidas.

O FMI concedeu à Argentina o maior empréstimo de sua história: 57 bilhões de dólares. Vale ressaltar que o país atingiu um total de 323 bilhões de dólares em dívidas até o final de 2019.

Diante de números tão chocantes, é improvável que o evento da MotoGP desembarque na Argentina em 2020 e nos próximos anos.

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